O Município de Sumaré

Sumaré destaca-se na Região Metropolitana de Campinas (RMC) como um município de localização estratégica, acessível por importantes rodovias estaduais e próximo a grandes centros urbanos. Seu território combina áreas urbanas em desenvolvimento com extensas zonas rurais, que abrigam importantes iniciativas de agricultura familiar e turismo rural. A cidade possui uma diversificada oferta turística, com segmentos consolidados no turismo de negócios e eventos, além de expressivo potencial nos segmentos religioso, rural, cultural, de lazer familiar e saúde. Entre seus principais atrativos temos um polo nacional de turismo religioso, os pesqueiros e áreas de lazer , os assentamentos da reforma agrária, que promovem vivências rurais e eventos tradicionais. Com população acolhedora, boa infraestrutura viária, rede hoteleira e gastronômica de qualidade e calendário cultural ativo, Sumaré consolida-se como um destino de turismo sustentável, de curta permanência e múltiplas experiências, com potencial crescente para fortalecer sua identidade.

Breve histórico de Sumaré

O território de Sumaré possui raízes históricas que remontam ao período das sesmarias, quando o progresso avançava a partir da Vila de São Paulo (atual capital), passando por Campinas, região onde se desenvolvia a criação de gado e a produção agrícola de açúcar, arroz, feijão e milho. A área conhecida como Região do Quilombo abrangia as terras próximas ao Ribeirão Quilombo, estendendo-se de Campinas até a atual cidade de Americana. Muitas das fazendas mais antigas de Sumaré têm essa origem.
Nas fazendas, a maior parte do trabalho era realizada por escravizados, embora também houvesse trabalhadores livres, em sua maioria imigrantes. Entre Campinas e Santa Bárbara, a Companhia Paulista de Estradas de Ferro construiu em 1875 a Estação Rebouças, em homenagem ao engenheiro Antônio Pereira Rebouças Filho, responsável pela obra e falecido no ano anterior.
Ao redor da estação, surgiram as primeiras casas e ruas do povoado, que inicialmente recebeu o nome de Estação Rebouças, depois Vila Rebouças e, finalmente, apenas Rebouças. As ruas principais incluíam as atuais Avenida Sete de Setembro, Bandeirantes, Antônio Jorge Chebab e Antônio do Valle Mello. O crescimento do povoado foi gradual e predominantemente rural. Os primeiros moradores eram descendentes de portugueses e italianos, e o município ainda pertencia à cidade de Campinas.
Em 1945, o município adotou o nome Sumaré, inspirado em uma espécie de orquídea amarela com manchas marrons, muito comum na região, atualmente preservada em locais públicos como a Prefeitura, a Biblioteca Infantil e o Orquidário Municipal. Em 1953, Sumaré conquistou sua independência administrativa, elegendo o primeiro prefeito e vereadores. Sumaré atualmente é a segunda maior cidade da Região Metropolitana de Campinas (RMC).